21 de novembro de 2010

Like spinning plates

Entre conversas. É como me encontro. Entre conversas com os mesmo pensamentos, com as mesmas ideias, com o mesmo final. Diria melhor, com a mesma conclusão. Com tanta conversa se chega a algum lado. Dizem que o silêncio pode dizer muita coisa. Mentira. Silêncio é negação, é medo de falar, é fugir, é esconder. Silêncio é dar voltas em círculos. Silêncio é parar. E quando parar é tudo o que se faz, então, algo está mal. Mal de errado, mal de maldade. Maldade não intencional ou, diriam as más línguas, bem planeada. Planear. É horrível. É irreal. É fugir ao que de melhor podemos ter, espontaneidade. O substantivo que nos dá brilho. Sermos espontâneos é sermos nós mesmos. É sinónimo de naturalidade. Gosto de naturalidade. A naturalidade faz-me sorrir, faz-me sentir que há sempre algo que vale a pena, para o bem ou para o mal, mas está sempre lá alguma coisa. Somos nós próprios. Somos aceites ou negados pelo que somos. Não caímos em fingimento. Somos reais. 

E quando isso desaparece? O que acontece quando tudo se vai? A naturalidade, a espontaneidade? Tudo o que resta é silêncio. De que serve? Silêncio porquê, para que? Não serve. Apagam-se as memórias das conversas. Tomam o seu lugar outras conversas onde o silêncio não existe. São substituídas por palavras. Palavras que nos ensinam. Palavras que abrem os olhos e num ligeiro sussurro nos dizem "o que la vai la vai". O que lá vai só vai por uma razão. Porque perdeu valor. É apenas uma lembrança. É apenas uma memória cada vez mais apagada. É a história de uma sobreposição.

Abrem-se assim as portas às novas conversas. Que o silêncio nunca tome conta delas.

15 de novembro de 2010

Para a prosperidade em tema Harry Potter

Harry Potter 1 - Pedra Filosofal
Harry Potter 2 - Câmara dos Segredos
Harry Potter 3 - Prisioneiro de Azkaban
Harry Potter 4 - Cálice de Fogo
Harry Potter 5 - Ordem de Fénix
Harry Potter 6 - Príncipe Misterioso

E o que está para vir, só para abrir o apetite!

29 de outubro de 2010

Facto #3

Pessoas e coisas estúpidas irritam-me profundamente.

22 de outubro de 2010

day 05 - your favorite drama movie

A verdadeira difícil escolha chega neste "5º dia". Drama (associado a alguns outros géneros cinematográficos como o suspense e a aventura) é aquilo que mais me apela num bom filme da 7ª arte. E por assim ser, e por já muitos filmes ter visto deste género (foram de facto a maioria dos que vi) é quase uma missão impossível escolher um, e apenas um só, como o meu favorito. No entanto parece existir sempre aquela película que mais frequentemente nos vem à memória quando falamos de filmes, aquelas imagens que com facilidade são relembradas por tão bem terem ficado retidas na memória. Eu também tenho um drama que figura nessa definição sendo portanto esse mesmo o escolhido. Sou adepta de filmes "based on a true story" mas por vezes um filme que mesmo não o sendo acaba por relatar uma história com factos reais que, neste caso, devem pesar (e muito) na consciência do ser Humano. Com o talento do Leonardo DiCaprio a ser explorado em bruto a partir do ano de 2004 com O Aviador e com a revelação de um desempenho soberbo do Djimon Hounsou, eis a minha escolha Blood Diamond (2006).



19 de outubro de 2010

Facto #2

Eu perco-me a ver telemóveis. True story!

15 de outubro de 2010

day 04 - your favorite horror movie

Horror não é muito aquilo que mais aprecio na 7ª arte. Aliás, por assim ser, os filmes de horror que vi foram relativamente poucos o que acaba por tornar esta escolha não tão difícil, até porque, por alguma razão desconhecida eu acabo por nunca me conseguir assustar muito em filmes deste género. Assim sendo escolhi um filme que vi confortavelmente numa noite de Inverno na minha sala de estar em DVD e que de horror propriamente dito acaba por não ter muito, mas é um clássico e, para mim, é um filme que apresenta uma certa quietude num ambiente doentio sendo isso o que acaba por tornar o filme freaky. A palavra que encontro para melhor classificar o filme é sinistro. Jack Nicholson como protagonista e "heeere's Johnny!" também ajudou na escolha. All work and no play makes Jack a dull boy, The Shining (1980).