2 de janeiro de 2016

Séries A Dar Com Pau - Hannibal (2013-2015)

Quem não gosta de ver uma boa série? De há uns valentes anos para cá que o culto de ver e acompanhar séries tem aumentado a largos passos e tornou-se num passatempo favorito da maioria dos jovens, dos mais novos aos mais velhos. Posto isto, eu não sou excepção e adoro ver séries. Uma data delas, uma mais depressa que outras, umas mais viciantes e por aí adiante. E porque não falar delas então? Vou tentar fazer isso e de uma forma generalizada, ou seja, sem entrar em demasiados pormenores para evitar spoilers.


Começo hoje pela série Hannibal uma vez que foi aquela que acabei mais recentemente de ver. Estreou originalmente no ano de 2013 e conta com 3 temporadas completas e que constituem o todo desta série. Como deve ser do conhecimento de todos Hannibal é canibal mais famoso retratado nos romances de Thomas Harris e adaptado ao cinema por diversas vezes. Na série Hannibal o papel do famoso psiquiatra é representado por Mads Mikkelsen e vemos retratada a longa relação e a influência que o mesmo tem com o criminal profiler Will Graham (Hugh Darcy) cuja abilidade para entrar na mente dos criminosos é surreal.


Esta é uma série complexa. Não no seu conteúdo em termos de personagens mas pelo lado emocional que desperta e pela complexidade que apresenta da mentalidade do ser humano e das diversas vertentes psicológicas e psiquiátricas que a mente pode ter. Esta é uma série altamente violenta, graficamente impressionante, como seria de esperar considerando que retrata crimes horrendos protagonizados por psicopatas e criminosos mentalmente insanos. Esta não seria uma série para me cativar, não sou muito dada a cenas de horror, mas o facto de ser tão diferente do usual deixou-me agarrada.

Num curto espaço de tempo vi a primeira e a segunda temporada que são altamente viciantes. Por entre horrores e descobertas de assassinos a relação entre Hannibal e Will Graham vai-se tornando doentia e a manipulação da mente humana é extremamente bem representada. A última e terceira temporada é uma confirmação do quanto Hannibal Lecter gosta de se divertir ao manipular os mentalmente insanos, sendo a forma perfeita de terminar esta fantástica série. Confesso que a cena final foi a forma perfeita de acabar esta maravilhosa série, e há ainda uma cena pós créditos que deixaria a porta aberta para, quem sabe, uma 4ª temporada ou uma adaptação ao cinema.


Recomendo-a vivamente a toda a gente que tem estômago para algumas ilustrações violentas mais explicitas e a quem tem interesse por crime e drama e tudo o que envolva as zonas mais escuras do pensamento e da mente humana.

Com 13 episódios em cada temporada esta é uma temporada que se vê num instante!

1 de janeiro de 2016

31 de dezembro de 2015

Tudo O Que Não Sabes.

Não sabes a tua importância.
Não sabes o bem que fazes.
Não sabes que interessas a alguém.
Não sabes que és um favorito.
Não sabes a quem fazes sorrir.
Não sabes a quem fazes rir.
Não sabes o quanto és.
Não sabes que és tudo.

Talvez agora sim, saibas.

25 de dezembro de 2015

24 de dezembro de 2015

21 de dezembro de 2015

Day 11 - Your Favorite Movie From Your Childhood

Uma bela de uma categoria que vem mesmo a calhar para esta altura do Natal porque assim que pensei na escolha para esta categoria também se evidenciou na minha mente que este seria um belo filme para rever agora nestes próximos dias.

Para esta categoria claro que a minha escolha ia recair num filme da Disney, quer dizer, que mais poderia ser? Estive um bocadinho hesitante entre três, todos vimos o Rei Leão e todos adoramos o filme e também o Alladin, são dois filmes maravilhosos da minha infãncia como imagino de muita gente. Mas eu tenho um outro que me marcou mais ainda e que foi sempre o meu favorito. E também foi aquele que vi vezes sem conta, e até tanto em Português como em Francês e também em Inglês, por isso a minha escolha não poderia ser outra. E é um clássico dos filmes da Disney que toda a gente devia ver!

Beauty and The Beast (1991)


20 de dezembro de 2015

Leituras: Camilla Läckberg - A Sombra da Sereia

Cheguei finalmente ao fim de mais uma aventura da sueca Läckberg, e que aventura devo dizer.

Primeiro do que tudo tenho de referir que efectivamente o início deste livro não me estava a agarrar. Não por não estar a ser interessante mas simplesmente pela lentidão. Compreendo que um livro não pode debitar tudo logo ao inicio senão teríamos livros de 3 capítulos, mas demasiada lentidão também pode por vezes deixar-me aborrecida. No entanto valeu muito a pena continuar a ler!

Neste novo policial do frio, e depois de ter lido os Diários Secretos da mesma autora, que adorei e foi uma leitura fantástica e ficou no meu lote de favoritos, somos presenteados com uma história aterradora. Apercebemo-nos que uma vez mais a chave para desvendar um homicidio se encontra em pormenores do passado que a muito custo vão sendo desenterrados.

O fantástico casal de Erica Falk e Patrick Hedstrom ultrapassa uma nova fase na vida deles que promete nunca mais voltar a ser a mesma mas, como brinde, apesar do estado maravilhoso de Erica (e de se sentir enorme!) é óptimo tê-la novamente a fazer da sua curiosidade algo incontrolável e ingressar na sua própria investigação com esperanças de ajudar Patrick e restantes colegas.

Aos poucos vão sendo deixadas pistas aqui e ali que no fim se juntam para uma resolução de um crime completamente horrendo e chocante. Algo que infelizmente pode acontecer na vida real e que deixa o alerta para muitas questões, nomeadamente, o apoio a ser dado em crianças cujas infâncias são marcadas por anos de terror, sofrimento e negligencia. Confesso que não estava à espera desta "resolução" e para mim foi uma agradável surpresa ter sido prendada com tal imprevisibilidade. 

Para finalizar, Camilla Läckberg acaba este livro com uma autêntica bomba que me deixou, novamente, chocada.. Deixou-me a querer saber tudo mais quanto se vai passar e que futuro se reserva para Patrick e para Erica. Deixou-me a pergunta "então e agora, que aconteceu?" e a suspirar "não, não" mas o livro não pode acabar assim sem sabermos o que aconteceu. Mas acabou mesmo e agora resta-me a maior ânsia para ler o próximo policial, A Ilha dos Espíritos, e que mais acontecimentos estarão reservados para a pacata Fjallbaka e para as vidas de Patrick e Erica.

19 de dezembro de 2015

Será Isto Crescer?

Penso em quem eu era. Mas não me vejo ali.
As fotos são vazias. Os sorrisos sobrepostos.
O que importava antes já não importa agora.
Tudo é diferente.
Eu sou diferente.
Não me revejo no passado. Algo mudou.
Eu mudei. Sim, é isso, mudei. Cresci talvez.
Para melhor? Ou para pior?
Não importa.
Agora sou mais eu.
Agora posso ser eu.
Agora quero ser eu.

A verdadeira eu.