18 de janeiro de 2016
16 de janeiro de 2016
Day 13 - A Movie That You Used To Hate But Now Love
Sim, eu mudei o título original do dia 13, porque me pediam um filme que eu costumava adorar e que agora odeio/não gosto mas, após serio pensamento neste assunto, realmente não me ocorre nenhum filme que se encaixe nessa descrição. Regra geral continuo a gostar do filmes que sempre gostei, uns mais que outros é certo mas não consigo escolher um filme que tenha passado de yay a nay! Mas, no entanto, tenho exactamente o contrário, filmes que não gostava, que por uma ou outra razão não me chamavam a atenção mas depois se fez luz e fiquei fã. E já que ia desperdiçar esta categoria resolvi simplesmente alterá-la para servir os meus propósitos!
Este não é só um filme mas uma carrada deles mas eu vou apenas falar do primeiro. Nunca quis ver este filme, era algo que sabia me ia atormentar por não ser adepta deste género como já disse muitas vezes. E das poucas vezes que espreitei o filme, sem o ver totalmente, nunca me interessei por ver o resto nem sequer o quis fazer. Até que com muita insistência lá cedi "sim ok, está bem, vamos lá ver isso", e fiquei fã. A história por detrás de todo este filme deixou-me fascinada, e além disso há uma grande lição de moral a tirar se conseguirmos ultrapassar o horror pelo qual essa mesma lição é ensinada. Além disso, especificamente, no primeiro capítulo destes filmes confesso, o final foi uma autêntica surpresa e aquele plot twist que qualquer amante de cinema anseia ver mesmo no final.
Escolha fácil para a minha própria categoria: Saw (2004).
15 de janeiro de 2016
A chuva fez folga, pelo menos por um dia. Consegui ir caminhar, finalmente. Céus, que saudades eu tinha disto. Andar sem rumo a sentir o ar frio do Inverno na cara e a manter sempre um olhar atento ao céu em alerta de qualquer ameaça de chuva. E deixar o pensamento fazer o que quer, seguir o seu curso natural e repousar longe, bem longe daqui, num local que me dá conforto e me faz sorrir. Se ao menos todos os dias pudessem ser assim.
12 de janeiro de 2016
8 de janeiro de 2016
Day 12 - Your Favorite Animated Movie
Esta categoria quase que podia ter sido adicionada à anterior do filme favorito da infância porque uma e outra coisa poderiam ser a mesma, mas como não fiz essa associação vou escolher então aqui um outro filme de animação que me encheu as medidas e é, claro, novamente um clássico da Disney que não fica em nada atrás da minha escolha para filme favorito da infância. Uma vez mais, o filme, O Rei Leão me preencheu as ideias juntamente com o Aladdin e é um bocado difícil escolher entre os dois mas estou mais inclinada para o Aladdin, por toma a animação, drama e ambiente mágico que me proporcionou desde a primeira vez que o vi. E sim é claro um filme marcante e que volta e meia volto a ver, numa tentativa de reviver os momentos mágicos "daquela altura" e entrar no mundo confortável da nostalgia.
Alladin (1992).
Bem mas não dá mesmo. Não dá. Queria acabar esta categoria sem fazer uma pequena batota mas não consigo, é mais forte do que eu, e seria certamente uma injustiça. Por isso vamos dizer que empatado no primeiro lugar do pódio para o meu filme favorito de animação temos também, obviamente, O Rei Leão, também uma das mais preciosas obras primas da Disney. Era mesmo impossível deixa-lo passar ao lado desta categoria, e vá, é uma batota que não faz mal a ninguém!
The Lion King (1994)
5 de janeiro de 2016
As Descobertas Musicais de 2015
Como é habitual, ando sempre à procura de bandas
novas para ouvir. Por um lado porque me farto de ouvir sempre o mesmo, e nem
por sombras tudo aquilo que passa na rádio me satisfaz, e por outro é sempre
uma alegria quando encontramos uma nova banda e vamos ouvir as suas músicas e
elas ficam retidas no ouvido e depois ficamos a ouvir aquilo incessantemente. Portanto, eis aqui os meus destaques do ano que ja la vai, 2015.
There Must Be A Place é um projecto que
une duas bandas Portuguesas, os Best Youth e os We Trust e que me
arrebatou desde a primeiríssima música que ouvi. Toda a posterior
adoração deste projecto e também dos trabalhos de cada banda vieram por
acréscimo, e uma certeza de que vou continuar a ouvi-los. (Como bónus o
download do disco deste projecto pode ser feito gratuitamente aqui: http://nosdiscos.pt/discos/artistoptimusdiscos/there-must-be-a-place)
too kind to mind
Ben Howard oriundo de Londres fez as delicias dos meus ouvidos com o seu rock/folk que cá se entranhou de uma forma muito instantânea. Foi uma das mais agradáveis surpresas do ano, sem qualquer dúvida. Outrora deixei cá no blog uma outra música dele, numa qualquer edição de Ouvir. e agora, para não repetir, deixo outra (muito) favorita.
end of the affair
James Bay vai ser, talvez, o nome recente mais
popular desta minha lista, mas que me surpreendeu. Também enveredando por
caminhos de rock, folk, indie e soul, foi uma agradável surpresa da primeira
vez que ouvi, fugindo um pouco ao hit que tocou vezes sem conta na rádio, Hold
Back The River, arrisquei no restante album lançado em 2015, Chaos and
the Calm, e valeu muito, muito, muito, a pena.
if you ever want to be in love
Villagers foi uma das últimas descobertas do ano e graças a uma reportagem que vi na televisão aquando da sua passagem por Portugal no Vodafone Mexefest em Novembro. E a minha curiosidade foi recompensada pois fiquei imediatamente fã destes Irlandeses e do seu indie folk. Adoro, adoro, adoro! E, quem sabe, uma visitinha, num futuro próximo, ao Norte do País era bem vinda.
everything i am is yours
Imagine Dragons foram a minha banda mais
ouvida no ano que passou e estou aqui a fazer alguma batota porque já os
conheço de antes de 2015 mas foi durante este ano que se afirmaram aos meus
ouvidos e muita companhia me fizeram em longas viagens. Maioritariamente com os
albuns Night Visions e o mais recente Smoke + Mirrors, a banda de Las Vegas fez
maravilhas por mim.
shots
2 de janeiro de 2016
Séries A Dar Com Pau - Hannibal (2013-2015)
Quem não gosta de ver uma boa série? De há uns valentes anos para cá que o culto de ver e acompanhar séries tem aumentado a largos passos e tornou-se num passatempo favorito da maioria dos jovens, dos mais novos aos mais velhos. Posto isto, eu não sou excepção e adoro ver séries. Uma data delas, uma mais depressa que outras, umas mais viciantes e por aí adiante. E porque não falar delas então? Vou tentar fazer isso e de uma forma generalizada, ou seja, sem entrar em demasiados pormenores para evitar spoilers.
Começo hoje pela série Hannibal uma vez que foi aquela que acabei mais recentemente de ver. Estreou originalmente no ano de 2013 e conta com 3 temporadas completas e que constituem o todo desta série. Como deve ser do conhecimento de todos Hannibal é canibal mais famoso retratado nos romances de Thomas Harris e adaptado ao cinema por diversas vezes. Na série Hannibal o papel do famoso psiquiatra é representado por Mads Mikkelsen e vemos retratada a longa relação e a influência que o mesmo tem com o criminal profiler Will Graham (Hugh Darcy) cuja abilidade para entrar na mente dos criminosos é surreal.
Esta é uma série complexa. Não no seu conteúdo em termos de personagens mas pelo lado emocional que desperta e pela complexidade que apresenta da mentalidade do ser humano e das diversas vertentes psicológicas e psiquiátricas que a mente pode ter. Esta é uma série altamente violenta, graficamente impressionante, como seria de esperar considerando que retrata crimes horrendos protagonizados por psicopatas e criminosos mentalmente insanos. Esta não seria uma série para me cativar, não sou muito dada a cenas de horror, mas o facto de ser tão diferente do usual deixou-me agarrada.
Num curto espaço de tempo vi a primeira e a segunda temporada que são altamente viciantes. Por entre horrores e descobertas de assassinos a relação entre Hannibal e Will Graham vai-se tornando doentia e a manipulação da mente humana é extremamente bem representada. A última e terceira temporada é uma confirmação do quanto Hannibal Lecter gosta de se divertir ao manipular os mentalmente insanos, sendo a forma perfeita de terminar esta fantástica série. Confesso que a cena final foi a forma perfeita de acabar esta maravilhosa série, e há ainda uma cena pós créditos que deixaria a porta aberta para, quem sabe, uma 4ª temporada ou uma adaptação ao cinema.
Recomendo-a vivamente a toda a gente que tem estômago para algumas ilustrações violentas mais explicitas e a quem tem interesse por crime e drama e tudo o que envolva as zonas mais escuras do pensamento e da mente humana.
Com 13 episódios em cada temporada esta é uma temporada que se vê num instante!
Com 13 episódios em cada temporada esta é uma temporada que se vê num instante!
1 de janeiro de 2016
31 de dezembro de 2015
Tudo O Que Não Sabes.
Não sabes a tua importância.
Não sabes o bem que fazes.
Não sabes que interessas a alguém.
Não sabes que és um favorito.
Não sabes a quem fazes sorrir.
Não sabes a quem fazes rir.
Não sabes o quanto és.
Não sabes que és tudo.
Talvez agora sim, saibas.
Não sabes o bem que fazes.
Não sabes que interessas a alguém.
Não sabes que és um favorito.
Não sabes a quem fazes sorrir.
Não sabes a quem fazes rir.
Não sabes o quanto és.
Não sabes que és tudo.
Talvez agora sim, saibas.
25 de dezembro de 2015
24 de dezembro de 2015
21 de dezembro de 2015
Day 11 - Your Favorite Movie From Your Childhood
Uma bela de uma categoria que vem mesmo a calhar para esta altura do Natal porque assim que pensei na escolha para esta categoria também se evidenciou na minha mente que este seria um belo filme para rever agora nestes próximos dias.
Para esta categoria claro que a minha escolha ia recair num filme da Disney, quer dizer, que mais poderia ser? Estive um bocadinho hesitante entre três, todos vimos o Rei Leão e todos adoramos o filme e também o Alladin, são dois filmes maravilhosos da minha infãncia como imagino de muita gente. Mas eu tenho um outro que me marcou mais ainda e que foi sempre o meu favorito. E também foi aquele que vi vezes sem conta, e até tanto em Português como em Francês e também em Inglês, por isso a minha escolha não poderia ser outra. E é um clássico dos filmes da Disney que toda a gente devia ver!
Beauty and The Beast (1991)
20 de dezembro de 2015
Leituras: Camilla Läckberg - A Sombra da Sereia
Cheguei finalmente ao fim de mais uma aventura da sueca Läckberg, e que aventura devo dizer.
Primeiro do que tudo tenho de referir que efectivamente o início deste livro não me estava a agarrar. Não por não estar a ser interessante mas simplesmente pela lentidão. Compreendo que um livro não pode debitar tudo logo ao inicio senão teríamos livros de 3 capítulos, mas demasiada lentidão também pode por vezes deixar-me aborrecida. No entanto valeu muito a pena continuar a ler!
Neste novo policial do frio, e depois de ter lido os Diários Secretos da mesma autora, que adorei e foi uma leitura fantástica e ficou no meu lote de favoritos, somos presenteados com uma história aterradora. Apercebemo-nos que uma vez mais a chave para desvendar um homicidio se encontra em pormenores do passado que a muito custo vão sendo desenterrados.
O fantástico casal de Erica Falk e Patrick Hedstrom ultrapassa uma nova fase na vida deles que promete nunca mais voltar a ser a mesma mas, como brinde, apesar do estado maravilhoso de Erica (e de se sentir enorme!) é óptimo tê-la novamente a fazer da sua curiosidade algo incontrolável e ingressar na sua própria investigação com esperanças de ajudar Patrick e restantes colegas.
Aos poucos vão sendo deixadas pistas aqui e ali que no fim se juntam para uma resolução de um crime completamente horrendo e chocante. Algo que infelizmente pode acontecer na vida real e que deixa o alerta para muitas questões, nomeadamente, o apoio a ser dado em crianças cujas infâncias são marcadas por anos de terror, sofrimento e negligencia. Confesso que não estava à espera desta "resolução" e para mim foi uma agradável surpresa ter sido prendada com tal imprevisibilidade.
Para finalizar, Camilla Läckberg acaba este livro com uma autêntica bomba que me deixou, novamente, chocada.. Deixou-me a querer saber tudo mais quanto se vai passar e que futuro se reserva para Patrick e para Erica. Deixou-me a pergunta "então e agora, que aconteceu?" e a suspirar "não, não" mas o livro não pode acabar assim sem sabermos o que aconteceu. Mas acabou mesmo e agora resta-me a maior ânsia para ler o próximo policial, A Ilha dos Espíritos, e que mais acontecimentos estarão reservados para a pacata Fjallbaka e para as vidas de Patrick e Erica.
19 de dezembro de 2015
Será Isto Crescer?
Penso em quem eu era. Mas não me vejo ali.
As fotos são vazias. Os sorrisos sobrepostos.
O que importava antes já não importa agora.
Tudo é diferente.
Eu sou diferente.
Não me revejo no passado. Algo mudou.
Eu mudei. Sim, é isso, mudei. Cresci talvez.
Para melhor? Ou para pior?
Não importa.
Agora sou mais eu.
Agora posso ser eu.
Agora quero ser eu.
A verdadeira eu.
As fotos são vazias. Os sorrisos sobrepostos.
O que importava antes já não importa agora.
Tudo é diferente.
Eu sou diferente.
Não me revejo no passado. Algo mudou.
Eu mudei. Sim, é isso, mudei. Cresci talvez.
Para melhor? Ou para pior?
Não importa.
Agora sou mais eu.
Agora posso ser eu.
Agora quero ser eu.
A verdadeira eu.
18 de dezembro de 2015
Então Que Seja Natal!
E porque só acontece uma vez por ano tem de ser especial, e para ser especial tem de ter tudo aquilo a que tem direito e tudo para, apesar de tempos mais conturbados, seja na mesma uma altura do ano especial. É a altura em que tudo brilha, tudo reluz, as músicas são calmas e alegres e um sorriso no rosto é imperativo.
Por isso, começamos pela neve aqui no blog que me parece um toque engraçado e mais festivo, agradeço ao blog Spiceupyourblog de onde tirei as ferramentas necessárias.
Além disso claro não pode faltar a música para nos acompanhar, e aqui a escolha é complicada porque são tantas e a mim parece-me que gosto delas todas e não consigo escolher só um por isso vá, ficam duas fantásticas.
Tom Petty & The Heartbreakers - Christmas All Over Again
Aretha Franklin - Winter Wonderland
Ou então também podemos passar aqui um bom bocado e ouvir uma carrada de diversos aqui tão estupendamente bem seleccionados e casados nesta compilação de 50 temas.
Além disso não me poderia esquecer da árvore de Natal muito bem decorada ca em casa, como, aliás, acontece em todos os anos (e claro a autoria da decoração é minha!).
O tema no telemóvel claro que também tinha de ser ajustado à época do ano (pode não ser este que se mantém até à data (e posteriormente porque lá porque o Natal é dia 25, não quer dizer que dia 26 de Dezembro não possa ser Natal também e tudo o que lhe é alusivo tenha de desaparecer!) uma vez que estou constantemente a ver coisinhas novas.
E o Wallpaper do computador que é sempre uma espécie de segunda casa e por isso também faz bem aos olhinhos e ao espírito.
O tema no telemóvel claro que também tinha de ser ajustado à época do ano (pode não ser este que se mantém até à data (e posteriormente porque lá porque o Natal é dia 25, não quer dizer que dia 26 de Dezembro não possa ser Natal também e tudo o que lhe é alusivo tenha de desaparecer!) uma vez que estou constantemente a ver coisinhas novas.
E o Wallpaper do computador que é sempre uma espécie de segunda casa e por isso também faz bem aos olhinhos e ao espírito.
Ainda tentei que o meu cãozinho quisesse ser querido e quiçá usar uma vestimenta alusiva ao Natal mas ele não foi muito receptivo e preferiu dar-me o look de "deixa-me em paz, estou aqui tão bem"!
17 de dezembro de 2015
A Piada do Youtube
Sou devoradora de vídeos no Youtube, de todo o género, vídeos engraçados, vídeos sérios, informações, piadas, noticias, de tudo, vejo mesmo de tudo. Mas claro que aqueles vídeos mais engraçados são sempre os que me ficam na memória.
E como tal, não raras são as vezes que estou a fazer (ou a ver) outra coisa qualquer e um ou outro pormenor remetem a minha mente imediatamente para algo engraçado que terei visto no Youtube. E depois é difícil levar a sério aquilo que estou a fazer (ou a ver) sem me lembrar do lado engraçado da questão.
Hoje estava eu descansada a ver o primeiro filme do Harry Potter, e a Pedra Filosofal neste caso, quando perante uma linha do filme, pronunciada pelo odiado/adorado Professor Snape me comecei logo a rir por me ter lembrado de um video que vi no Youtube há imensos anos. Convenhamos, para os amantes de Harry Potter, o que vos lembra a expressão "...bottle fame, brew glory"? Sim é esse mesmo vídeo do Youtube!
Rejoice!
E como tal, não raras são as vezes que estou a fazer (ou a ver) outra coisa qualquer e um ou outro pormenor remetem a minha mente imediatamente para algo engraçado que terei visto no Youtube. E depois é difícil levar a sério aquilo que estou a fazer (ou a ver) sem me lembrar do lado engraçado da questão.
Hoje estava eu descansada a ver o primeiro filme do Harry Potter, e a Pedra Filosofal neste caso, quando perante uma linha do filme, pronunciada pelo odiado/adorado Professor Snape me comecei logo a rir por me ter lembrado de um video que vi no Youtube há imensos anos. Convenhamos, para os amantes de Harry Potter, o que vos lembra a expressão "...bottle fame, brew glory"? Sim é esse mesmo vídeo do Youtube!
Rejoice!
É provavel que faça deste tipo de publicações um hábito!
13 de dezembro de 2015
Day 10 - Your Favorite Director
A minha escolha para esta categoria recai em duas pessoas. Não por minha indecisão mas sim porque não se pode mencionar um sem o outro, uma vez que trabalham em conjunto. Os Irmãos Coen são, já de algum tempo para cá, os meus realizadores favoritos. Joel e Ethan Coen conseguem de certa maneira projectar e criar filmes de tal maneira cativantes para a minha pessoa que era impossível não os escolher para esta categoria.
A associação de comédia com crime e drama torna todos os filmes dos irmãos Coen especiais e sobretudo diferentes de tudo o resto que se produz para o cinema. E eu aprecio isso. Aprecio o quanto eles detestam as personagens que criam e portanto tudo quanto é azar lhes vai acontecer. Aprecio a imprevisibilidade que existe ao longo das películas, a linguagem cuidadosamente escolhida, e os actores também muito bem seleccionados. Aprecio a comédia subtil e cuidada.
Desde o "The Big Lebowski", "Oh Brother, Where Art Thou", "No Country For Old Men", "True Grit", "Fargo" (o filme e também a série mais recente) até "A Serious Man" e "Burn After Reading", eu gosto deles todos. Gosto absolutamente deles todos e são todos eles filmes que revejo com todo o gosto, vezes sem conta.
Para amostra deixo o trailer de "Oh Brother, Where Art Thou" (2000), Joel e Ethan Coen.
11 de dezembro de 2015
Quase Que Me Enganavam Malandros, Mas Não Foi Desta
O respeito pelos clientes é algo que parece ter desaparecido. Um dia estava lá e no outro dia já não estava. Sumiu-se. Evaporou-se. Talvez tenha deixado de ser essencial? De certeza que não mas por algum motivo deixou de ser algo presente na íntima relação temporal que se estabelece entre vendedor e comprador. Será o desleixo uma nova forma de vender? Ou será mais o querer enganar o parceiro (comprador neste caso)? Eu vou mais nesta última, e passo a explicar o meu problema.
Sou consumidora de lojas online. Confesso que sair de casa para ir comprar isto e aquilo deixou de ser a minha primeira opção. Não, primeiro vou ver aqui na internet o que há e os preços e se com portes compensa etc etc etc. Já é assim há muito tempo e vai continuar a ser, uma vez que sinto-me bastante satisfeita com todas as compras que tenho vindo a fazer online. Há o lado cómodo da questão e também prático - porque nem todos vivemos à beira dum Centro Comercial ou em cidades com grande desenvolvimento comercial.
Mas a porca ia torcendo o rabo mesmo no processo final de uma encomenda (nem era processo final, já estava feita, só faltava pagar) não fosse eu pessoa de dar bastante consideração a uma possível compra antes de a fazer, não fosse eu ver 1500 sites diferentes antes de a adquirir. Já agora não me estou a auto-intitular porca, este será mais o nome certo para esta loja que se armou em espertinha, sim Insania, quase que me enganavas. Gostaria também, antes de prosseguir, de fazer notar que já tinha feito uma compra nesta loja sem qualquer problema.
Ora eu estava em processo de adquirir uma prenda de Natal para um membro da família. Efectivamente tinha encontrado a prenda quase perfeita, era mesmo aquilo e o preço era aceitável. Havia duas opções, uma a 21,95€ e outra a 22,95€ e eu resolvi optar por esta última uma vez que me pareceu de melhor qualidade. A loja em questão atribui envios gratuitos a partir de 25€, pelo que ,pensei eu, em vez de pagar mais 4,50€ pelo envio da encomenda, vou dar aqui uma vistinha de olhos e escolher uma treta qualquer para perfazer os tais 25€. Assim entrou em cena um aquecedor de mãos de 2,45€. Perfeito, faziam-se 25,40€ e já não pagava mais nada.
Efectuei a encomenda e escolhi o método de pagamento como Multibanco e depois veio a surpresa. Aconteceu o impensável! Quando recebi a informação com os dados para pagamento o valor total era de 35,40€, "WTF????" pensei eu. Ainda imaginei ter-me enganado em alguma quantidade, pode acontecer, mas qual não é o meu espanto ao verificar que a dita prenda que eu queria comprar, miraculosamente aumentou 10€ desde que eu iniciei o processo de compra até que finalizei (o que demorou uns escassos minutos!) Custava agora 32,95€! No site Kuantokusta, onde habitualmente costumo consultar preços ainda podemos ver a dita cuja a 22,95€, prova que era isso que custava e eu não estou, afinal, tolinha.
Estou completamente abismada, e logo 10€ de uma só vez. Bem, a isto se pode chamar inflação instantânea! Mais rápida que a tua encomenda! Claro que pedi imediatamente o cancelamento da mesma e penso que esta situação é toda ela lamentável. Ridícula até, acho que ainda me estou a rir do que aqui, nesta noite de 10 de Dezembro (sim ainda era dia 10!), sucedeu. Mais uma prova de falta de respeito por um cliente, mais um acto que deixa muito a desejar.
Mas bem meus queridos malandros, para vosso azar eu realmente dei conta do sucedido e de mim já não levam a compra desta encomenda e de mais nenhuma certamente.
É quase como se não se importassem, mas eu cá importo-me, e muito, por isso... how about no!
Mas bem meus queridos malandros, para vosso azar eu realmente dei conta do sucedido e de mim já não levam a compra desta encomenda e de mais nenhuma certamente.
É quase como se não se importassem, mas eu cá importo-me, e muito, por isso... how about no!
Actualização: Em resposta ao cancelamento da encomenda (com exposição do sucedido) foi-me dito que o preço do artigo deve ter sido actualizado durante o processo de encomenda. Isto para mim ainda borra mais a pintura porque então será normal aumentar 10€ no preço de um produto assim dum minuto para o outro! Valente! Até dá vontade de rir, isto é mesmo ver quem rouba mais!
8 de dezembro de 2015
Day 09 - A Movie That You Know Pratically The Whole Script Of
Esta não é muito difícil, apesar de eu ter visto muitos filmes diversas vezes, mas há sempre aqueles que fixamos mais ou há sempre aquele que quando era uma criancinha via vezes e vezes sem contas, então na altura do Natal ainda mais. Já para não falar que volta e meia os canais de televisão também faziam o favor de dar uma nova repetição.
Este é um filme engraçado, um bom filme de domingo como se costuma dizer, e a verdade e que o vi e revi vezes sem conta. E não me arrependo porque realmente é uma óptima maneira de passar uma tarde de domingo, é um bom filme de companhia. E é também muito engraçado. Escolhi para esta categoria a versão "2" do filme uma vez que foi mesmo este que vi mais vezes, aliás tenho praticamente a certeza que primeiro vi o segundo e só depois o primeiro. Por ser um filme que me agrada facilmente maioria do roteiro ficou-me retido na cabeça. E com agrado. Aliás agora que menciono este filme até fiquei com vontade de o voltar a rever, quem consegue esquecer aquela fantástica loja de brinquedos, o sonho de qualquer criança? Este filme é também uma boa lembrança de quando Macaulay Culkin era aquele menino loirinho adorável e super saudável e engraçado!
A minha escolha: Home Alone 2: Lost In New York (1992).
Merry Christmas you Filthy Animal !
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